Comitê 15 · prévia de layout · 20 set 2026

A aba Operação,
cinco vezes

Mesmo banco, mesmas consultas, mesmas permissões. O que muda em cada uma é a ordem em que a informação aparece e o que ela pede que você faça. Abra as cinco no celular, use por um minuto cada, e escolha uma. Ou diga qual pedaço de cada uma fica.

Por que hoje parece disperso

A aba atual está correta e cada seção resolve o que se propõe. O problema é que ela é uma pilha de onze blocos com o mesmo peso, e nenhum deles diz por onde começar. Cinco coisas saíram da leitura do código:

  1. O topo não decide nada. Os quatro números do cabeçalho (contatos hoje, votos hoje, aguardando validação, números livres) informam, e nenhum deles leva a uma ação.
  2. A jornada do número está partida em quatro lugares. O telefone entra em Importar lista, dorme em Minhas listas, sai em Liberar lote, vira contato na Equipe e termina em Votos a validar. São cinco seções contando uma história só.
  3. O que urge está fechado. Votos a validar, Minhas listas e Percurso são gavetas fechadas por padrão, e a fila mais quente do comitê fica atrás de um clique.
  4. A pendência não tem idade. A fila mostra quantos, nunca há quanto tempo. Um voto parado há dois dias tem a mesma cara de um registrado há dez minutos.
  5. Não existe ritmo. A evolução de catorze dias está dentro do card de cada pessoa. Ninguém vê se o comitê inteiro está acelerando ou perdendo o passo.
A

O Dia

A tela abre pela fila de decisões, em ordem de urgência, e cada item abre o trabalho ali mesmo. Os números de acompanhamento descem para uma faixa discreta no meio da página.

Responde em dois segundos o que precisa de você agora Quem chega no celular já está no trabalho, sem rolar A ordem da tela muda sozinha conforme o dia anda Quem quer só conferir números tem que passar pela fila Some a visão de conjunto: você vê o que falta, não o todo

Feita para o supervisor no celular, em campo

Abrir a versão A
B

O Percurso do Número

Um desenho só, do arquivo importado ao voto conferido, com a perda declarada em cada degrau. Tocar num degrau recorta a equipe embaixo e mostra quem está segurando ali.

Junta as cinco seções que hoje contam a mesma história Mostra onde a operação está travando, e não só quanto ela tem A conversão entre degraus vira número visível, hoje ela não existe Não diz o que fazer primeiro: mostra o estado, não a urgência Três tabelas diferentes no mesmo desenho pede legenda boa

Feita para a coordenação, para entender o gargalo da semana

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C

A Sala

Três colunas fixas no computador (gente, painel, filas) com uma régua de estado no topo. No celular as três colunas viram três abas, porque coluna virando pilha de nove metros deixa de ser sala de controle.

O quadro inteiro do comitê sem rolar, no computador do comitê Nada fica escondido atrás de gaveta Densidade alta, boa para quem olha o dia inteiro No celular vira navegação por abas, e o celular é a maioria Muita informação junta cansa quem usa pouco

Feita para o monitoramento, no computador da sede

Abrir a versão C
D

A Corrida

O eixo deixa de ser o dado e passa a ser a pessoa. Placar do comitê contra a meta no topo, ranking abaixo, e a pendência de cada um dentro do card dela, com os botões que agem sobre aquela pessoa.

Liga a meta de campanha ao trabalho de cada cabo, que hoje é solto Acaba o vaivém entre a fila e o card de quem produziu aquilo Torna óbvio quem parou, quem carrega e quem precisa de lote Ranking em campanha tem efeito político dentro da equipe Quem quer ver a operação e não as pessoas fica sem lugar

Feita para quem cobra resultado: coordenação e supervisão

Abrir a versão D
E

O Ritmo

As outras quatro mostram estoque, quanto existe agora. Esta mostra movimento: se o comitê acelerou ou perdeu o passo, onde o ritmo de hoje chega no dia 4 de outubro, e a fila ordenada pela idade em vez da ordem de chegada.

Responde a pergunta que nenhuma tela responde hoje: vamos chegar? Pendência com idade muda o que se decide sobre ela Três cenários de projeção, com o que cada um exige por dia Depende de dado histórico confiável para não mentir Sozinha ela não opera: mostra o quadro, não entrega a ferramenta

Feita para o Gabriel e a coordenação, na reunião do fim do dia

Abrir a versão E

Lado a lado

Role a tabela para o lado se estiver no celular.

O que a tela fazA · DiaB · PercursoC · SalaD · CorridaE · Ritmo
Diz o que fazer primeirosimnãoem parteem partesim
Mostra a jornada inteira do númeronãosimem partenãonão
Cabe sem rolar no computadornãoem partesimnãonão
Funciona bem em 390pxsimsimpor abassimsim
Mostra idade da pendênciasimnãosimsimsim
Liga o trabalho à meta de votosrodapénãoréguasimsim
Serve ao cabo digital tambémsimnãonãoem partenão
Quanto muda do código atualmédioaltoaltomédiobaixo

Se me perguntar

Para o comitê que você descreveu, a A resolve o sintoma que você relatou, porque o que parece disperso é a ausência de uma ordem de prioridade. Ela é também a de menor risco: nenhuma seção some, todas mudam de lugar.

A B é a que mais ensina a operação a si mesma. Ela expõe uma conta que hoje ninguém consegue fazer, que é quanto se perde entre o número liberado e o voto conferido. Vale como segunda tela mesmo que a principal seja outra.

A D é a mais fácil de vender internamente e a mais delicada politicamente: ranking público dentro de equipe de campanha tem efeito que não é só de produtividade. Vale a pena decidir isso de propósito.

O caminho misto que eu proporia: a fila da A no topo, a régua de estado da C logo abaixo, e a B e a E como duas gavetas de consulta no pé da página. Três entregas pequenas em vez de uma reescrita, e cada uma pode ir ao ar sozinha.